Entrevista com Marcelo Missaki, o Indião, técnico da Seleção Sub19 de softbol para a Copa do Mundo

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BEISEBOL E SOFTBOL

Entrevista com Marcelo Missaki, o Indião, técnico da Seleção Sub19 de softbol para a Copa do Mundo


O softbol feminino no Brasil terá nesse mês de Agosto de 2019 grandes desafios. Para a seleção adulta o Pré Olímpico no Canadá, já para a Seleção Sub19 o maior desafio da categoria, a Copa do Mundo nos EUA, em Irvine, entre os dias 10 e 17 de Agosto.

Desde a lista final de convocadas, divulgada no mês de Abril, a seleção vem se preparando para o torneio sob a tutela de Marcelo Missaki, o Indião.

Pela primeira vez como técnico de uma seleção de softbol, em seu segundo ano compondo as comissões técnicas do selecionado feminino de softbol, seja no adulto ou em categorias menores, Missaki tem longa carreira no Beisebol e no Softbol nacional. Indião, que também comanda o time do Gecebs, é pai de dois dos grandes atletas nacionais do Beisebol, Daniel Missaki, e do Softbol, Fernanda Missaki (vencedora do Prêmio Brasil Olímpico em 2018).

A lista de convocadas foi divulgada ainda no início de Abril, contendo 15 nomes para a disputa da Copa do Mundo. Os treinamentos vêm acontecendo em várias cidades do Paraná e de São Paulo, incluindo disputa de competições nacionais, tal como a Taça Brasil de Softbol Masculino Adulto.

Como foi o processo de escolha das atletas convocadas a comporem a seleção?
MM. O processo foi de renovação com mescla de veteranas, com base em campeonatos anteriores e últimos nacionais. Muitas atletas não puderam participar do processo seletivo, por estarem em ano de vestibular, então decidimos mesclar.

Em relação aos treinamentos: quantas vezes a seleção se reuniu e ainda irá se reunir para treinamentos?
MM. Nos reunimos por 13 treinos, sendo nosso último treino nos 27 e 28 Julho no Gecebs, em Arujá-SP.

Em que condições técnicas e físicas elas devem chegar para a competição?
MM. Nossa programação, com auxílio da Dra. Karina e equipe, composta pela fisioterapeuta Amanda Chimura e a nutricionista Denise Kunitake, é que cheguem em plena forma para a competição tecnicamente, fisicamente e mentalmente.

Como será a preparação final, nos dias que antecedem a competição (local, período e etc)?
MM. A parte final será para lapidar a parte técnica, física e mental. Chegaremos em Irvine um dia antes do início da competição e da nossa estreia, dia 10, local contra Seleção de Porto Rico. 

A Seleção embarca na próxima quinta (08/08) rumo aos EUA.

A seleção brasileira caiu em um grupo muito forte com China, Irlanda (atual campeã europeia da categoria) e Porto Rico (medalha de bronze nas duas últimas edições da Copa do Mundo da Categoria em 2015 e 2017).

Qual avaliação você faz em relação ao grupo do Brasil (China, Irlanda e Porto Rico)?
MM. Um grupo muito equilibrado em relação a outros grupos da competição.

Que projeção você faz em relação aos resultados dessa primeira fase? Classificação para o Super Round?
MM. Nossa projeção é fazer bons jogos e classificar para a fase seguinte (SUPER ROUND).

Projeção ou expectativa em relação ao Super Round? Que posição no final da competição?
MM. Expectativa e classificação final ficando entre 8º e 10º colocado seria um ótimo resultado.

Quais seleções você acredita serem as mais fortes e consequentemente favoritas ao título?
MM. EUA, Japão, Canadá e Porto Rico, que são as seleções cabeça de chave, mas todas seleções tem condições, principalmente por se tratar de uma competição longa.

Para finalizarmos a entrevista, pedimos para Indião deixar uma mensagem para os torcedores e amantes do softbol no país:
“Aos amantes e torcedores, enviem energia positiva, apoiem sua bandeira, vamos deixar tudo em campo honrando nosso país e todos colaboradores que diretamente ou indiretamente contribuíram com nossos treinos, viagens e uniformes. Grande abraço e muito obrigado.”

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